Abril 16th, 2016 | Tags:

O primeiro passo após a instalação do SO será logicamente instalarmos o primeiro pacote das aplicações que deveremos usar, neste caso vamos começar desde logo pelo ansible.

apt-get install ansible

Após isso temos de atualizar o ficheiro /etc/ansible/hosts de forma a que possamos efetuar os scripts do ansible localmente. Read more…


Março 25th, 2016 | Tags:

Passo 1. Inicie o computador pelo cd de instalação do Ubuntu Server;

Passo 2. A primeira escolha será obviamente a linguagem de apresentação do instalador, no meu caso sempre que utilizo SO a nível pessoal utilizo o Inglês..

UbuntuInstall_1

Passo 3. No ecrã seguinte, escolha a opção “Install Ubuntu Server”; Read more…


Março 20th, 2016 | Tags:

Nos últimos anos, plataformas como o Chef e o Puppet ganharam alguma fama no mundo da gestão de configurações de servidores e aplicações, no entanto são softwares complexos para a sua normal utilização.

É aqui que entra o Ansible. Devo dizer que não conhecia este software e apenas o encontrei quando fazia uma pesquisa para a configuração do servidor e assim fiquei a conhecer mais uma tecnologia que na verdade me deu uma grande ajuda na implementação deste projecto.

O ansible basicamente usa um ficheiro para executar várias tarefas no sistema, estas tarefas utilizando a tecnologia SSH para remotamente as executar.

No Ansible, os equipamentos não necessitam de qualquer instalação previa, ou seja funciona tudo como se os comandos fossem introduzidos pelo utilizador na propria maquina.

Encontrei esta imagem num outro local o que poderá exemplificar o modo de funcionamento

 

O Ansible faz uso de um de “template” chamado “hosts” para determinar os servidores a serem geridos. Trata-se de um arquivo texto simples que lista os servidores individuais ou grupos de servidores (por exemplo, servidores de DNS, servidores web etc).

Site Oficial: https://www.ansible.com/

E assim dou por terminado a introdução às plataformas sendo que nos proximos dias irei publicar artigos referentes à instalação dos mesmos.

Intro

Part 2 – SnapRaid

Part 3 – MergerFS

Part4 – Docker


Março 19th, 2016 | Tags:

O Docker é um aplicativo que pode tornar a vida de um administrador de sistemas bastante mais facil e que tem vindo nos últimos tempos a receber bastantes projectos baseados nesta tecnologia.

A minha intenção ao usar o Docker, não é mais do que estar um pouco mais atualizado, abranger conhecimentos de algo novo que tem mudado algumas filosofias de trabalho.

QUando instalamos uma aplicação nova e de repente por alguma razão temos de a migrar para outro servidor muitas das vezes já não nos lembramos daquelas configurações pequeninas que podem fazer toda a diferença.

Além do tempo que se perde para fazer toda uma configuração e se algo falha no ambiente produtivo? Um caos… É aqui que o Docker pode ajudar bastante.

Vamos imaginar o Docker pode ser descrito como um contentor num navio. Cada contentor pode conter um ou vários  serviços (httpd, mysqld, etc)

Estes contentores usam uma tecnologia chamada Linux Containers (lxc) ao invés de métodos de virtualização normais. O lxc utiliza o mesmo kernel do servidor host, tornando tudo muito rápido.

Um contentor (container) é um processo isolado. Por isso é que fazer o “start” de um contentor(container) é muito rápido, tal como iniciar um processo normal.

Mas isto não é uma VM?
Bem, é melhor, imagine-se que ao criarmos uma VM temos de lhe instalar o SO, configurar a rede etc etc etc e o tempo que isto demora a arrancar, a manter etc? Temos de contabilizar tudo. Mas e se pudessemos “virtualizar” apenas os ficheiros daquela aplicação, daquele serviço?
Isto é o docker.

Podemos criar nosso container uma vez e movê-lo praticamente para qualquer tipo de servidor (seja ele virtual ou fisico). No caso de uma falha, simplesmente configuramos um servidor com o Docker instalado e copiamos o container para ele.

O Docker utiliza Linux Containers (LXC), que são executados no mesmo sistema operativo do servidor principal. Isto permite o uso compartilhado de diversos recursos do SO. Ele também utiliza AuFS para o sistema de ficheiros e gere a rede automaticamente.

Um sistema completamente virtualizado, geralmente demora alguns minutos para iniciar, enquanto containers LXC demoram segundos, sendo algumas vezes menos de um segundo.

Para maiores informações podemos aceder ao site deste projecto: www.docker.com

 

Intro

Part 2 – SnapRaid

Part 3 – MergerFS


Março 17th, 2016 | Tags:

O MergerFs é um aplicativo que permite aceder a multiplas diretorias através de um unico ponto.

Ou seja, se tivermos a seguinte estrutura:

  • /mnt/disk1
  • /mnt/disk2
  • /mnt/disk3

Podemos aceder a algo do genero /mnt/storage e veremos a informação presente nos 3 locais.

Parece complicado mas não é como podemos analisar na imagem seguinte:

mergerfs

 

Mas como efetua ele a divisão dos dados sempre que gravamos algo? Bem o bom deste sistema é que permite uma total configuração desta operação. Segundo a documentação do mesmo verificamos o seguinte:

eplfs (existing path, least free space) Se o caminho a granvar existe em varias drivers então recorre à politica lfs.
epmfs (existing path, most free space) Se o caminho a gravar existe em várias drives utiliza o que estiver com maior espaço livre.
ff (first found) De acordo com a ordem das drivers, utiliza a primeira que esteja configurada.
lfs (least free space) Escolhe a drive com menos espaço livre mas dentro do limite definido com a opção minfreespace
mfs (most free space) Escolhe a drive com o maior espaço livre
newest (newest file)  Escolhe o local onde foi gravado o ultimo ficheiro.
rand (random) Grava aleatoriamente em qualquer uma das drives.

 

Mais informação poderá ser encontrada no site oficial: https://github.com/trapexit/mergerfs

 

 

Part 1

Part 2